Dinâmicas de Grupo

Quando falamos as palavras DINÂMICAS DE GRUPO para nossos colegas de trabalho, geralmente ouvimos o comentário: "que bom, vamos descontrair, brincar um pouco, repor as energias".
Que delícia se tudo fosse assim!!!
O aspecto lúdico da DINÂMICA realmente é um componente muito forte, é um grande facilitador no alcance dos objetivos propostos.
Entretanto a palavra ‘’brincadeira’’ não é real.
Devemos, como profissionais que utilizam esta TÉCNICA, orientar nossos colegas quanto à importância do uso de termos adequados para que nosso cliente interno ‘’acostume o ouvido’’ e associe DINÂMICA DE GRUPO à facilitação, sensibilização, proximidade.
Para que o uso de DINÂMICAS tenha o efeito técnico esperado, é preciso:
Conhecer tudo o que for possível sobre o público alvo.
Adaptar os exercícios à realidade da empresa, considerando desde os materiais e recursos disponíveis até as políticas organizacionais. Neste aspecto a habilidade de negociação é fundamental.
Ter amplo e total domínio sobre a técnica e suas possíveis conseqüências.
Avaliar o público-alvo antes e depois do emprego dos programas, caso contrário é impossível verificar resultados.
As organizações não esperam que seus funcionários sejam ‘’robôs’’, que simplesmente repitam comportamentos sem questionar, sem avaliar, sem entender conceitos.
É preciso que o Facilitador auxilie os profissionais a:
- resgatar o INTERESSE e o AMOR pelo trabalho;
- utilizar sua criatividade no dia a dia, nem que seja ‘’criando espaços para criar’’;
- praticar, efetivamente utilizar a aprendizagem no trabalho.
Depende de nós, então, utilizar – PRIMEIRO CONOSCO – a criatividade, flexibilidade, interesse pelo outro, empatia e amor e auxiliar na promoção das mudanças e transformações que, na atualidade, simplesmente acontecem, independente da vontade ou motivação para mudar.
Terapia do Abraço
Pesquisas já comprovaram que o ser humano, independente da cultura, tem necessidade (física e psicológica) de tocar e ser tocado.
Este toque é tão importante que as crianças, quando não acariciadas ou abraçadas, forçam situações para que seus pais utilizem a força física contra elas. Neste processo inconsciente recebem algum tipo de toque que, por mais negativo que seja, é melhor do que a indiferença.
As culturas ocidentais, se não todas ao menos a maioria, têm como hábito o toque entre as pessoas como sinal de relacionamento.
O abraço, ao contrário do que possa parecer, pode transmitir / proporcionar efeitos positivos e negativos.
· Você já teve a sensação de receber um abraço forçado de alguém? Como é esta sensação?
· Já se sentiu também forçado a abraçar outra pessoa? Neste caso, como se sentiu?
· que me diz daquele abraço cujo toque acontece do ombro para cima, ou seja, o restante do corpo mantém-se distante?
· Há também aquele abraço de corpo inteiro, forte e caloroso. Já experimentou?
· E aquele abraço de lado, com os braços entrelaçados atrás do corpo (como namorados, por exemplo) que pode acontecer parado ou caminhando? Quais sensações transmitem?
Pois é, o abraço é muito mais do que um simples toque ou uma gostosa sensação de aconchego e prazer momentâneo. Por ter efeito duradouro, é responsável pela saúde mental e física do ser humano.
Sabe-se que uma criança constantemente abraçada ou acariciada tem maiores possibilidades de ser um adulto:
· Seguro
· Afetivo, amoroso
· Sem receio de demonstrar seus sentimentos
· Que utiliza melhor sua comunicação verbal e não verbal
· Com as inteligências prática e emocional melhor desenvolvidas
· Que se sente aceito pelo meio no qual vive
Veja outros benefícios do abraço:
· Melhora o "stress" aliviando a tensão
· Propicia sono mais tranqüilo e repousante
· Diminui - ou acaba - com a solidão
· Auxilia na construção da auto-estima
· Ativa a circulação sangüínea
· Mexe com músculos e ossos
· Facilita o alongamento do corpo
· MELHORA E MANTÉM O BOM HUMOR
Podemos concluir, então, que o abraço tem elevado poder de formação e cura.
Se você quiser ser um "terapeuta do abraço" no ambiente em que vive (social, familiar, profissional) é importante:
1. Ter interesse genuíno pelo ser humano. Não adianta mostrar algo que você não é.
2. Manter suas antenas perceptivas e sensitivas SEMPRE ligadas. São elas que lhe darão o sinal verde para abraçar alguém ou não.
3. Ser responsável pelos seus atos porque a reação ao abraço não é, apenas, imediata.
4. Aprender a diferenciar diversos tipos de abraços. Por exemplo: abraços de conforto, carinhosos, amigos, são diferentes de abraços apaixonados.
5. Aprender a transmitir verdadeiramente o que sente, facilitando que o outro perceba da mesma forma. Seu colega de abraço provavelmente responderá com o mesmo tipo de abraço que está recebendo.
6. Ser corajoso. "Partir para o abraço" vai deixá-lo mais visível.
7. Respeitar o outro. Nem sempre você vai abraçar alguém que gosta de ser abraçado ou vai acertar no momento. Aprenda a lidar com a possível frustração de não ser tão bem recebido quanto gostaria.
8. Aprender a pedir abraços quando sentir necessidade e não os tiver. Aprender a falar "obrigado" após um abraço. São atitudes de humildade que aproximam pessoas.
9. Conter os exageros. Os abraços são contatos "fortes" e não podem correr o risco de se tornarem banais.
10. Estar aberto ao abraço, também, para recebê-los.
O objetivo da citação destes itens não é ditar regras mas fornecer - didaticamente - subsídios para questionamentos. Ser um "terapeuta do abraço" requer grandes doses de observação, reflexão e mudanças (atitudinais e comportamentais).
Agora responda:
Como está o abraço em sua vida?
Bibliografia complementar:
Keating, Kathleen. A Terapia do Abraço, volumes 1 e 2. Editora Pensamento.
Liderança para Líderes
A literatura mundial nos contempla com livros, revistas, sites na Internet, seminários, cursos sobre como obter sucesso, como ser melhor filho (ou melhor pai), como influenciar pessoas, como fazer amigos e tantos outros "como".
Parece que o homem está à procura de fórmulas mágicas, não é mesmo?
Entretanto, para ser líder, a magia não funciona. Ninguém dorme subordinado e acorda líder. Mesmo se você for promovido!!!
Muito se tem estudado e perguntado a respeito de liderança. Cada teórico quer deixar sua marca na humanidade como o único a ter pensado "neste" ou "naquele" aspecto da liderança.
Características como comunicação, relacionamento interpessoal, visão, meio ambiente, cultura organizacional, sexo, dentre outras, têm sido alvo de pesquisas para se tentar chegar a uma compreensão maior e melhor sobre o que é liderança e o que é um líder.
Sabe-se que a mulher agrega valores como emotividade, sensibilidade, uso maior da intuição como diferenciais em seu estilo de liderar.
O homem, por sua vez, tem como diferenciais a capacidade estratégica, a lógica e a razão. Vemos, então, questões como:
O líder nasce ou se transforma em líder?
Pode-se aprender a ser líder?
Quem é melhor líder: o homem ou a mulher?
Qual inteligência ajuda mais na liderança: a prática ou a emocional?
O grupo tem realmente a "cara" do líder?
Concluímos, com tudo isso, que diversas características são importantes para exercer a liderança. Pela nossa cultura, algumas delas a mulher tem maior facilidade de colocar em prática; outras, o homem. O importante é efetivá-las.
Por nosso estudo e observação, chegamos à conclusão que são necessários diversos itens para que a liderança se efetive, ou seja, o LÍDER reúne, simultaneamente, características e condições que lhe permitem exercer este papel. Vamos chamá-los de "Preceitos da Liderança".
PAPEL. A liderança é um estado; líder é um papel, uma responsabilidade.
CRENÇA NO HOMEM. O líder demonstra interesse real e genuíno pelas pessoas. Gosta de trabalhar com gente. Acredita e estimula o poder pessoal individual. Acredita que o outro PODE.
FACILITADOR. É um agente de mudanças: sensibiliza, conscientiza e estimula o comportamento de mudança.
INCENTIVADOR. Incentiva a reflexão, a criatividade, a ação e a auto-motivação. Potencializa o poder das pessoas e as estimula a utilizá-lo.
COLABORADOR. Promove e incentiva o ambiente colaborador e o bom relacionamento interpessoal.
EMPÁTICO. Tem a capacidade de colocar-se no lugar do outro, entendendo-o, sem deixar de ser ele mesmo.
VISIONÁRIO PROATIVO. É capaz de ver e projetar, a curto, médio e longo prazos, estratégias e objetivos e de colocá-los em prática hoje, antecipando acontecimentos. Faz acontecer.
COMUNICADOR OUVINTE. Sabe transmitir suas idéias e ouvir o próximo. Coloca-se no mesmo nível do outro.
INSPIRADOR. Seu "modelo" é seguido pelo grupo.
PAIXÃO PELO TRABALHO. É o combustível para o efetivo alcance de seus objetivos.
Descubra seu caminho e vá à luta
CARTA A SI PRÓPRIO
Objetivos
Levantamento de expectativas individuais, compromisso consigo próprio, percepção de si, auto-conhecimento, sensibilização, reflexão, auto-motivação, absorção teórica
Participantes
Indiferente
Recursos
Envelope, sulfite, caneta
Tempo
20 min
Instruções
· Dentre os assuntos, abordar: como se sente no momento, o que espera do evento (curso, seminário, etc.), como espera estar pessoal e profissionalmente daqui a 30 dias.
· Destinar o envelope a si próprio (nome e endereço completo para remessa).
· O Facilitador recolhe os envelopes endereçados, cola-os perante o grupo e, após 45 dias aproximadamente, remete ao treinando (via correio ou malote).
TÉCNICA DOS CONES
Objetivos
Levantamento de expectativas, posição em relação ao grupo / empresa
Participantes
Indiferente
Recursos
Papel cartão branco (ou quadrado de madeira), cones (industriais) de linha de diversos tamanhos e cores (pode-se usar cubos, triângulos desde que de tamanhos e cores desiguais), etiquetas adesivas
Tempo
20 min
Instruções
· Cada participante escolhe um cone que o represente e cola uma etiqueta com seu nome.
· O Facilitador coloca um objeto (de preferência não muito pequeno) com o adesivo CURSO colado, no centro do papel cartão que, por sua vez, é colocado no meio da sala.
· Ao comando do Facilitador, todos os participantes, simultaneamente, "colocam-se" (cones) em relação ao "CURSO".
· Solicitar que façam breves comentários sobre as posições assumidas.
· O papel-cartão deve, cuidadosamente, ser colocado em um local neutro da sala, pois o exercício será retomado.
· Ao término do evento, o papel-cartão é colocado novamente no centro da sala e, ao comando do Facilitador os participantes, simultaneamente, podem "rever" sua posição em relação ao "CURSO".
· Retomar individualmente os posicionamentos e alterações (como se sentiu no começo dos trabalhos e ao final deles).
· VARIAÇÃO: alterar a figura central para EMPESA, GRUPO, TRABALHO, etc.
PASSADO, PRESENTE E FUTURO
Objetivos
Levantamento de expectativas com relação a si e ao evento, auto-reflexão, auto-percepção, sensibilização
Participantes
15
Recursos
Fita adesiva colorida (3 cores), sulfite, canetas, lápis de cor, objetos de uso pessoal (individual)
Tempo
60 min
Instruções
· Os espaços representam, respectivamente, passado, presente e futuro, em relação à vida pessoal, profissional ou outra questão abrangente pertinente.
· Individualmente e em absoluto silêncio, cada treinando coloca-se em pé dentro do espaço PASSADO e verifica como se sente.
· Através de desenhos ou com um objeto pessoal, representar esse sentimento e deixá-lo no espaço.
· O mesmo processo é feito para PRESENTE e FUTURO com o tempo aproximado de 5 minutos para cada espaço.
· Em grupo aberto cada um traduz em palavras seus sentimentos e o porquê dos desenhos e/ou escolha dos objetos.
Dinâmicas de grupo
O pleno
entrosamento entre alunos é fundamental para o bom aproveitamento de qualquer
curso.
As dinâmicas de grupo facilitam as atividades propostas pelo
professor, na medida em que o aluno se integra e participa com todos os
elementos do grupo.
São utilizadas dinâmicas de grupo nos cursos de Leitura Dinâmica,
Memorização e Oratória. Essas técnicas levam os alunos à espontaneidade,
relaxamento e descontração.
DESTRAVA LÍNGUA – Curso de Oratória
Objetivo: fazer
o aluno usar a palavra com espontaneidade
Material: vários objetos como óculos, caneta, livro, relógio, etc.
Procedimento:
MENSAGEM NO ESCURO – Curso de Oratória
Objetivo:
Desenvolver estratégias de comunicação direta.
Material: vários sacos ou caixas fechadas, contendo objetos como algodão,
feijão, pedras, folhas, botões, etc.
Procedimento:
LEITURA PINGUE-PONGUE - Curso de Leitura Dinâmica
Objetivo:
treinar leitura dinâmica e entendimento simultâneo.
Material: um texto com diversos parágrafos numerados previamente, um cronômetro.
Procedimento:
CORRENTE HUMANA – Curso de Memorização
Objetivo: entrosamento do grupo
Material: perguntas previamente escolhidas pelo professor que levem a resposta
“sim”, ou “não”.
Procedimento:
RELÂMPAGO MENTAL – Curso de Memorização.
Objetivo: estimular-se respostas
rápidas
Material: Uma lista de perguntas escolhidas previamente pelo professor
Procedimento:
VIVA HOME PAGE
A HOME PAGE DO COORDENADOR DE GRUPO DE JOVENS!
DINÂMICAS DE GRUPO!
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O BONECO
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UTILIDADE PASTORAL : UNIÃO DO GRUPO, TRABALHO EM EQUIPE E SENTIDO DE EQUIPE. Cada
membro do grupo deve desenhar em uma folha de papel uma parte do corpo
humano, sem que os outros saibam. |
COMPRIMIDO PARA A FÉ
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Utilidade pastoral: Nós, Templo do Espírito Santo. A graça de Deus na vida do cristão. 1.
Colocar três copos com água sobre a mesa. |
VARINHAS QUE NÃO SE QUEBRAM
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Material a ser usado: Um feixe de 16 varinhas (pode-se usar palitos de churrasco) Utilidade pastoral: União do grupo. A fé como força que pode agregar, unir e dar resistência às pessoas. 1.
Pedir que um dos participantes pegue uma das varinhas e a quebre. ( o que
fará facilmente). |
CRISTO NO IRMÃO
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Objetivo: Ver no próximo a pessoa de Jesus Cristo. Ação:
Com no máximo 10 (dez) pessoas, forma-se uma fila, lado, a lado. Depois,
com |
JUVENTUDE E COMUNICAÇÃO
Objetivo : Criar comunicação fraterna e madura.
Desenvolvimento:
distribuir aos participantes papel e convidá-los a fazer um desenho de um
homem e uma mulher.
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PAINEL INTEGRADO
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OBJETIVO : Trabalhar no "grupão" em equipes de forma prática, desenvolvendo a comunicação e reflexão dispensando o plenário e a centralização do encontro numa só pessoa. DESENVOLVIMENTO : Dividir o grupão em equipes da seguinte forma :
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A PALAVRA QUE TRANSFORMA
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OBJETIVO : Fazer o grupo refletir de que forma assimilamos a PALAVRA DE DEUS em nossas vidas. MATERIAL : um bolinha de isopor, um giz, um vidrinho de remédio vazio, uma esoponja e uma vazilha com água. DESENVOLVIMENTO :
ILUMINAÇÃO BÍBLICA : Is 40,8 ; Mt 7,24 ; 2Tm 3,16 |
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TROCA - TROCA |
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OBJETIVO : sentir a realidade do outro. Concientizar de que somos diferentes uns dos outros. MATERIAL : caixas de papelão ou sacos plásticos. DESENVOLVIMENTO :
Avaliar os últimos resultados, comparando-os com o 1º ILUMINAÇÃO BÍBLICA : Rm 12,15 |
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Objetivos 1.
Debater um tema e desenvolvê-lo de forma participativa. Passos 1.
Fazer dois círculos, um de frente para o outro, de pé ou sentado. Observações 1. O
assunto deve ser preparado pelo coordenador com antecedência. Avaliação 1. O
que descobrimos sobre o assunto? |
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ENTREVISTA |
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Objetivos 1.
Obter conhecimentos, informações ou mesmo opiniões atuais a respeito de um
tema. Passos 1.
Coordenador apresenta em breves palavras, um tema, deixando várias dúvidas
sobre o mesmo(propositalmente). Avaliação 1. Para
que serviu a dinâmica? |
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JURI SIMULADO |
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Objetivos 1.
Estudar e debater um tema, levando todos os participantes do grupo se
envolverem e tomar uma posição. Participantes (funções) Juiz:
Dirige e coordena o andamento do júri. Passos 1.
Coordenador apresenta o assunto e a questão a ser trabalhada. Avaliação 1. Que
proveito tiramos da dinâmica? |
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COCHICHO |
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Objetivos 1.
Levar todos os integrantes do grupo a participar de uma discussão. Componentes 1.
Coordenador: orientar e encaminhar o tabalho. Passos 1.
Coordenador expõe de forma clara uma questão, solicitando idéias do grupo.
Avaliação 1. O
que aprendemos? |
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QUEM SOU EU? |
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Quem sou eu? Objetivo Tornar os membros do grupo conhecidos rapidamente, num ambiente relativamente pouco inibidor. Passos 1- Cada
um recebe uma folha com o título: "Quem sou eu?" Avaliação 1- Para
que serviu o exercício? |