Jornalito PROVÉRBIOS POPULARES A boca fala o que há em abundância no coração. A galinha que canta primeiro é a dona dos ovos. A ira é má conselheira. A justiça tarda, mas não falta. À noite, todos os gatos são pardos. A ocasião faz o ladrão. A união faz a força. A vaca do vizinho dá mais leite. A verdade não tem pés, mas anda. Água mole em pedra dura tanto bate até que fura. Águas passadas não movem moinho. Ai dos espertos se não fossem os tolos. Amigos, amigos; negócios à parte. Antes só que mal acompanhado. Antes tarde que nunca. Ao bom entendedor, meia palavra basta. As paredes têm ouvidos. Assim como se toca, se dança. Cachorro picado de cobra tem medo de lingüiça. Cada macaco no seu galho. Cada um é que sabe onde lhe aperta o sapato. Cama estreita, eu no canto. Cão que ladra não morde. Com fé, água fria é remédio. Com quantos paus se faz uma canoa. De grão em grão a galinha enche o papo. De médico e de louco todo mundo tem um pouco. Desgraça pouca é bobagem. Deus escreve certo por linhas tortas. Devagar se vai longe. Em boca fechada não entra mosquito. Em casa sem rato, folga o gato. Em festa de jacu, nhambu não entra. Em mulher não se bate nem com uma flor. Em toda parte urubu é preto. Escreva como quiser, leia como puder. Gosto não se discute. Há males que vêm para bem. Há na zebra cor sim cor não. Jarro velho não quebra. Lenha verde pouco acende. Macaco velho não mete a mão em cumbuca. Miguel, Miguel, não tens abelha e vendes mel. Nada pesa tanto como um segredo. Não diga nunca: desta água não beberei. Não há bem que sempre dure, nem mal que não se ature. Não se pescam trutas com bragas enxutas. Ninguém é igual a ninguém. O amigo certo se conhece na hora certa. O aperto faz o sapo pular. O barato sai caro. O feitiço vira contra o feiticeiro. O galo, onde canta, janta. O hábito não faz o monge. O olho do dono é que engorda o boi. O que arde cura, o que aperta segura. O que é do homem, o bicho não come. O que mata coceira é unha grande. O que não parece com o dono é furtado. O rio corre é para o mar. O silêncio do invejoso equivale ao maior elogio. O tempo tudo consome. O travesseiro é o melhor conselheiro. Onde começa a desconfiança, aí acaba a amizade. Onde há fumaça há fogo. Os últimos serão os primeiros. Ouviu o galo cantar, mas não sabe onde. Pão comido não é lembrado. Papagaio velho não aprende a falar. Peixe morre pela boca. Pimenta nos olhos dos outros é refresco. Quando a esmola é demais o santo desconfia. Quando Deus tira os dentes, alarga a goela. Quando um burro fala, o outro murcha a orelha. Quanto mais rezo, mais assombração me aparece. Quem avisa amigo é. Quem canta seus males espanta. Quem casa quer casa. Quem com ferro fere, com ferro será ferido. Quem come a carne rói os ossos. Quem cospe a semente é que é o dono da fruta. Quem dá o pão dá o castigo. Quem dorme no xadrez, vê o sol nascer quadrado. Quem muito dorme pouco aprende. Quem não pode com mandinga não carrega patuá. Quem nasce para tatu morre cavando. Quem pega peso de graça é balança. Quem quer vai, quem não quer, manda. Quem sai aos seus não degenera. Quem sai na chuva é para se molhar. Quem tem imaginação vai mais longe. Quem tem padrinho não morre pagão. Quem trabalha de graça é relógio. Quem usa a cabeça não cansa os pés. Raimunda, feia de cara, boa de bunda. Roupa suja se lava em casa. Santo de casa não faz milagre. Se o violeiro é mau, põe a culpa na viola. Senhor, a língua é o castigo do corpo. Só se atiram pedras às árvores que dão frutos. Somente pancadas de amor não dói. Tempo é dinheiro. Tudo demais é sobra. Um porco sujo não quer ver o outro limpo. Uma andorinha só não faz verão. Uma coisa é ser, outra é parecer. Uma ovelha má deita o rebanho a perder. Vaso ruim não quebra. FOTOS 001 002 003 004 005 006 007 008 009 010 011 012 013 014 015 016 017 018 019 020 021 022 023 024 025 026 027 028 029 030 031 032 033 034 035 036 037 038 039 040 041 042 043 044 045 046 047 048 049 050 051 052 053 054 055 056 057 058 059 060 061 062 063 064 065 066 067 068 069 070 071 072 073 074 075 076 077 078 079 080 O Jornal que começou na Escola e virou Livro!... SELEÇÃO DE CHARGES 01 02 03 04 05 06 07 08 09 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33 34 35 36 37 38 39 40 41 42 43 44 45 46 47 48 49 50 51 52 NOTÍCIAS & "ET CETERA" AIDS AUTOBIOGRAFIA AVE MARIA EM 7 LÍNGUAS CASAMENTO CURRICULUM VITAE DENGUE DICAS NOTA DEZ DINÂMICAS DE GRUPO DROGAS FUTEBOL DE BOTÃO DE MESA HISTÓRIA E ESTATUTO DO PV MENSAGEM ESPECIAL MONOGRAFIA ORIGEM DE CAMBUÍ OS DEZ MANDAMENTOS DA POLÍTICA PADRES DE CAMBUÍ PROJETOS DO PROFESSOR RELAÇÕES HUMANAS SIGNIFICADO DAS CORES SÍMBOLOS LITÚRGICOS XADREZ noronha@micropic.com.br Site elaborado pelo Prof. Noronha
PROVÉRBIOS POPULARES
A boca fala o que há em abundância no coração. A galinha que canta primeiro é a dona dos ovos. A ira é má conselheira. A justiça tarda, mas não falta. À noite, todos os gatos são pardos. A ocasião faz o ladrão. A união faz a força. A vaca do vizinho dá mais leite. A verdade não tem pés, mas anda. Água mole em pedra dura tanto bate até que fura. Águas passadas não movem moinho. Ai dos espertos se não fossem os tolos. Amigos, amigos; negócios à parte. Antes só que mal acompanhado. Antes tarde que nunca. Ao bom entendedor, meia palavra basta. As paredes têm ouvidos. Assim como se toca, se dança. Cachorro picado de cobra tem medo de lingüiça. Cada macaco no seu galho. Cada um é que sabe onde lhe aperta o sapato. Cama estreita, eu no canto. Cão que ladra não morde. Com fé, água fria é remédio. Com quantos paus se faz uma canoa. De grão em grão a galinha enche o papo. De médico e de louco todo mundo tem um pouco. Desgraça pouca é bobagem. Deus escreve certo por linhas tortas. Devagar se vai longe. Em boca fechada não entra mosquito. Em casa sem rato, folga o gato. Em festa de jacu, nhambu não entra. Em mulher não se bate nem com uma flor. Em toda parte urubu é preto. Escreva como quiser, leia como puder. Gosto não se discute. Há males que vêm para bem. Há na zebra cor sim cor não. Jarro velho não quebra. Lenha verde pouco acende. Macaco velho não mete a mão em cumbuca. Miguel, Miguel, não tens abelha e vendes mel. Nada pesa tanto como um segredo. Não diga nunca: desta água não beberei. Não há bem que sempre dure, nem mal que não se ature. Não se pescam trutas com bragas enxutas. Ninguém é igual a ninguém. O amigo certo se conhece na hora certa. O aperto faz o sapo pular. O barato sai caro. O feitiço vira contra o feiticeiro. O galo, onde canta, janta. O hábito não faz o monge. O olho do dono é que engorda o boi. O que arde cura, o que aperta segura. O que é do homem, o bicho não come. O que mata coceira é unha grande. O que não parece com o dono é furtado. O rio corre é para o mar. O silêncio do invejoso equivale ao maior elogio. O tempo tudo consome. O travesseiro é o melhor conselheiro. Onde começa a desconfiança, aí acaba a amizade. Onde há fumaça há fogo. Os últimos serão os primeiros. Ouviu o galo cantar, mas não sabe onde. Pão comido não é lembrado. Papagaio velho não aprende a falar. Peixe morre pela boca. Pimenta nos olhos dos outros é refresco. Quando a esmola é demais o santo desconfia. Quando Deus tira os dentes, alarga a goela. Quando um burro fala, o outro murcha a orelha. Quanto mais rezo, mais assombração me aparece. Quem avisa amigo é. Quem canta seus males espanta. Quem casa quer casa. Quem com ferro fere, com ferro será ferido. Quem come a carne rói os ossos. Quem cospe a semente é que é o dono da fruta. Quem dá o pão dá o castigo. Quem dorme no xadrez, vê o sol nascer quadrado. Quem muito dorme pouco aprende. Quem não pode com mandinga não carrega patuá. Quem nasce para tatu morre cavando. Quem pega peso de graça é balança. Quem quer vai, quem não quer, manda. Quem sai aos seus não degenera. Quem sai na chuva é para se molhar. Quem tem imaginação vai mais longe. Quem tem padrinho não morre pagão. Quem trabalha de graça é relógio. Quem usa a cabeça não cansa os pés. Raimunda, feia de cara, boa de bunda. Roupa suja se lava em casa. Santo de casa não faz milagre. Se o violeiro é mau, põe a culpa na viola. Senhor, a língua é o castigo do corpo. Só se atiram pedras às árvores que dão frutos. Somente pancadas de amor não dói. Tempo é dinheiro. Tudo demais é sobra. Um porco sujo não quer ver o outro limpo. Uma andorinha só não faz verão. Uma coisa é ser, outra é parecer. Uma ovelha má deita o rebanho a perder. Vaso ruim não quebra.
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